Divórcio, dissolução de união estável, pensão alimentícia e guarda, com atendimento próximo e discreto no Rio de Janeiro e online.
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Questões de família mexem com a casa, com os filhos e com a vida inteira. Por isso me dedico só a elas: com escuta, discrição e a busca do caminho menos desgastante, seja um acordo, o cartório ou a Justiça.
Consensual ou litigioso, em cartório ou na Justiça, com a partilha dos bens e os acordos sobre os filhos.
Pedido, revisão do valor, cobrança de pensão atrasada e fim da obrigação (exoneração).
Guarda compartilhada ou unilateral e um plano de convivência que respeite a rotina das crianças.
Fim da união estável em cartório ou na Justiça, com divisão dos bens e os acordos sobre os filhos.
Levantamento e divisão do patrimônio do casal conforme o regime de bens.
Orientação antes do casamento, pacto antenupcial e mudança de regime de bens.
Você conta a sua situação, por videochamada ou presencialmente, com total sigilo.
Olho os documentos e explico as opções possíveis: acordo, cartório ou processo.
Você recebe a proposta de trabalho e os honorários combinados antes de começar.
Aviso cada passo do caso e respondo suas dúvidas até o fim.
Thássia Ferreira da Conceição · Advogada · OAB/RJ nº 254.363
Sou advogada no Rio de Janeiro. Passei anos no contencioso de massa, acompanhando um volume grande de processos ao mesmo tempo, e foi ali que aprendi a ter método, organização e atenção a cada prazo.
Hoje levo essa experiência para o Direito de Família, onde cada caso pede atenção individual. Acredito no diálogo e num atendimento próximo: explico cada etapa sem juridiquês e mantenho você informado do começo ao fim.
Texto provisório: trocar pelo relato da Thássia (áudio).
Conversar sobre o meu casoNem sempre. Com acordo entre o casal, o divórcio pode ser feito em cartório, de forma mais rápida. Desde 2024 isso vale também para quem tem filhos menores, desde que guarda, convivência e pensão já tenham sido definidas na Justiça. A presença de advogado é obrigatória.
Na guarda compartilhada, pai e mãe dividem as decisões importantes sobre a vida dos filhos. Isso não significa, necessariamente, que a criança passa metade do tempo em cada casa. A convivência é combinada conforme a rotina da família.
O juiz considera a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga. Não existe um percentual fixo na lei. Se a situação de uma das partes mudar, o valor pode ser revisto.
É possível cobrar na Justiça os valores em atraso. A lei prevê medidas como penhora de bens e, para as parcelas mais recentes, até a prisão civil do devedor. Guarde os comprovantes do que foi e do que não foi pago.
Não. O fim da pensão depende de decisão judicial, e ela pode continuar, por exemplo, enquanto o filho estiver estudando. Quem paga precisa pedir a exoneração na Justiça.
Não necessariamente. A união estável é a convivência pública, contínua e com objetivo de constituir família. Ela pode ser formalizada em cartório, o que ajuda a evitar discussões sobre bens e direitos no futuro.
Sim. A conversa pode ser por videochamada, os documentos enviados digitalmente e o contrato assinado eletronicamente. Os processos também tramitam de forma eletrônica.
Envie uma mensagem contando brevemente a sua situação e marcamos uma conversa.